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2 de Março de 2021

Tragédia silenciosa: Pesquisa revela a epidemia de suicídios entre transgêneros

Estudos mostram repetidamente que as pessoas “transgêneros”, que buscam tratamento hormonal e cirurgias para se tornar do sexo oposto, tornam se, na verdade, segundo pesquisas da Fundação Americana para a Prevenção do Suicídio e do Instituto Williams, pessoas infelizes e não realizadas.

Fátima Burégio, Estudante de Direito
Publicado por Fátima Burégio
há 5 anos

Cirurgias e hormônios têm se mostrado ineficazes: mesmo após inúmeras mutilações, terapias e litros de hormônios, grande parte dessas pessoas decidem acabar com a própria vida!

A epidemia de suicídios transgêneros: forçar uma pessoa a mudar seu corpo para aceitar sua condição contrária a sua biologia tem mesmo sido a grande tragédia silenciosa dos nossos dias.

No dia 18 agosto de 2015 foi publicado um estudo que chocou a comunidade LGBTTS em todo mundo, mas que no Brasil poucos tiveram interesse em divulgar e/ou traduzir. O estudo diz que “pessoas que sofrem de ‘confusão de gênero’ são estimulados pela cultura atual para ‘serem eles mesmos’, que significa rejeitar o sexo com que nasceram e partirem para uma cirurgia reparativa”. Ou seja, transformar de forma artificial seu corpo à base de hormônios e de cirurgias que são verdadeiras mutilações.

O estudo mostrou que apesar dos esforços sociais para fazer com que o trasnsexual se aceite conforme se “sente”, conforme se “tornou” – apesar da sociedade o aceitar -, está havendo uma epidemia de depressão e suicídios ignorados pela sociedade e pelas áreas de saúde mental e militância do gênero.

Segue abaixo a tradução na íntegra do estudo feito pela Fundação Americana para a Prevenção do Suicídio e do Instituto Williams, divulgado por Fr. Mark Hodges (LifeSiteNews).

Nos Estados Unidos, como em qualquer país de apoio à ideologia de gênero “Transgênero”, adolescentes são ensinados que o que eles “sentem” é quem eles são e que, para ser feliz e realizado, devem se “tornar” o sexo oposto. Quando Bruce Jenner decidiu se olhar publicamente como uma mulher, ele foi apoiado pela mídia de massa. Até mesmo o presidente dos Estados Unidos, quando Jenner decidiu fazer a cirurgia de castração, aplaudiu-o como uma heroína “corajosa”.

Mas os estudos mostram repetidamente que as pessoas “transgêneros”, que buscam tratamento hormonal e cirurgias para se tornar do sexo oposto, tornam se, na verdade, segundo pesquisas da Fundação Americana para a Prevenção do Suicídio e do Instituto Williams, pessoas infelizes e não realizadas. Na verdade, explica o estudo, há uma guerra interna entre a vida e a morte, o que está se estabelecendo dentro desse sujeito, continuamente, é uma luta interior levando-o à depressão severa a ponto de muitos quererem acabar com sua própria vida.

Isso é o que a Fundação Americana para a Prevenção do Suicídio e do Instituto Williams encontrou quando analisou os resultados da Pesquisa Nacional de Discriminação Transgênero. O número de tentativas de suicídio é desolador, assustador, e não depende da aceitação do outro, e sim de si mesmo.

Mais de 41% das pessoas “transgêneros” ativas tentam se matar. Isso é dez vezes a taxa de tentativa de suicídio (4,6%) da média.

E este estudo não é a única prova de que aqueles que procuram viver como se fossem do sexo oposto estão de fato, se matando. Mais de uma dúzia de outros inquéritos em todo o mundo têm encontrado os mesmos assustadoramente altas taxas de suicídio.

Uma pesquisa nacional com mais de 6.500 pessoas trans perguntou: “Você já tentou se suicidar?”. 41% respondeu: “Sim”.

Os sintomas cometidos por pessoas que tentam mudar seu gênero e/ou sexo são: “níveis cronicamente elevados de estresse”, “ansiedade”, e “depressão” são os mais comumente relatados entre pessoas trans ativas. Automutilação por corte é muitas vezes relatado como algo que faz bem, alivia as dores emocionais.

Uma hotline de suicídio dedicada a eles, Lifeline Trans, movimentou mais de 20 mil chamadas em seus primeiros nove meses de operação. Greta Gustava Martela, uma lésbica que fundou o serviço, resume: “Com 41% tentativa de suicídio, você tem que assumir que algo não está apenas dando certo para as pessoas transexuais”.

Os estudos questionam a mídia, que tenta deslocar as altas taxas de suicídio das pessoas transgenero para influências externas, tais como companheiros e rejeição dos pais, mas não consideram a trágica batalha interna, os grandes conflitos internos pelos quais passa uma pessoa transgênero, como o conflito psicológico, uma dicotomia psicológica que passa fazer parte de sua vida.

Os fatos falam o contrário. A Aggressive Facility Intelligence Research da Universidade de Birmingham (ARIF) fez uma revisão médica que descobriu que não há nenhuma evidência conclusiva de que operações de mudança de sexo melhore significativamente a vida dos transexuais. Na verdade, muitos transexuais continuam gravemente angustiados e potenciais suicidas após a operação.

Chris Hyde, diretor da ARIF, explicou: “Um grande número de pessoas que optam pela cirurgia [de mudança de sexo] permanece traumatizada – muitas vezes ao ponto de cometer suicídio”.

O estudo CONDENA os esforços sociais e midiáticos, que simplesmente ignoram os graves riscos da fase posterior às mudanças sexuais adaptativas e tornam essa pessoa trans um suicida. Questiona e condena os movimentos militantes que induzem até mesmo crianças em escolas do Ensino Fundamental que as pessoas transexuais estão concretizando seus “verdadeiros” “Eus”, o seu Eu Verdadeiro.

Como Stella Morabito, do The Federalist, escreve: “Os transexuais não têm permissão para falar sobre o seu arrependimento. Não Abertamente. O lobby transgênero suprime a discussão sobre o arrependimento da mudança de sexo”.

Tarde demais

Alguns pacientes transexuais têm dito que eles perceberam, tarde demais, que as operações de mudança de sexo não fazem jus à sua promessa. Alan Finch explica: “Você não pode mudar fundamentalmente o sexo. A cirurgia não altera geneticamente você. É uma mutilação genital […] Foi tudo uma terrível desgraça […] A analogia que eu faço sobre a opção de cirurgia para alguém desesperado por mudar de sexo é que seria um pouco como oferecer uma lipoaspiração para uma anoréxica”.

O campeão de tênis Renée Richards, que passou de macho para “fêmea” nos anos 70, escreveu: “Eu teria me dado melhor ficando do jeito que eu era […] Uma pessoa totalmente intacta… Eu não quero que ninguém tenha-me como um exemplo a seguir […] Eu recebo um monte de cartas de pessoas que estão pensando em ter esta operação, e eu desencorajo a todos”.

Infelizmente, muitos ativistas pró teoria Queer, de desconstrução sexual, de apologia ao gênero trans, e muitos deputados que promovem através de projetos no Brasil, as cirurgias de mudança de sexo, ainda quando crianças, são irresponsáveis ou ignoram que estão levando essas pessoas em conflito direto a morte.

Como psicóloga, concordo com este estudo e peço aos profissionais de bem, que lutem em favor do direito dessa pessoa humana em conflito, não sr empurrada por militância ativista da ideologia de gênero a mutilarem seus corpos. Elas estão sendo cobaias sociais.

Meu repúdio a essa tentativa no Brasil, se normatizar a ideologia de gênero sem o minimo cuidado com a verdadeira essência do ser humano, que tem sido empurrado pela reorientação cultural, a assumir uma condição a través de uma mutilação, que deixa sequelas irreversíveis no corpo e na alma a ponto segundo estudos de levá-lo a desistir de sua vida.

Fonte

21 Comentários

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Fulano nasceu com corpo de homem. Todavia, segundo ele relata, sua mente é de mulher.

Diante de tal descompasso entre corpo e mente, qual seria a forma mais fácil de corrigir tal distorção?

1) Não fazendo absolutamente nada: este indivíduo pode decidir viver sem submeter-se a tratamento algum, apenas aceitando sua condição singular, como uma pessoa que nasce com alguma anomalia qualquer e consegue levar a vida normalmente com ela;

2) Mudando a mente: ou seja, por meio de tratamento psiquiátrico, visando compreender o motivo desta disfunção e buscando a reversão deste estado mental. Atenção: um profissional da aérea que tente fazer isso hoje no Brasil corre sério risco de ter sua licença cassada pela respectiva entidade de classe. O projeto de lei que ficou conhecido como "cura gay" visava dar segurança jurídica aos psiquiatras que adotassem este procedimento, mas a ignorância popular acabou por soterrar a iniciativa;

3) Mudando o corpo: como este artigo demonstra, esta é a pior das medidas a ser tomada, por ser extremamente traumática e irreversível, além de contar com uma taxa de arrependimento altíssima. Não se muda o DNA de um ser humano por meio de hormônios e cirurgias. No máximo ele vai ser um indivíduo híbrido, e aí sim vai entrar em depressão.

Mas este debate é proibido no Brasil. Basta suscitar estes argumentos para ser taxado de fascista, golpista, machista, homofóbico, etc.

Parabéns a autora pela coragem. continuar lendo

Excelente artigo!

Os interesses da alguns estão sendo sobrepostos em detrimento de todos. Isso é agravado quando o alvo é crianças e adolescentes. continuar lendo

A cegueira do politicamente correto faz com que se ignore este fato. Tomara que acordem e entendam que uma pessoa que tem problemas em aceitação do próprio corpo precisa de tratamento psicológico sério, e não de mutilação e hormônios a torto e a direito. continuar lendo

"uma pessoa que tem problemas em aceitação do próprio corpo precisa de tratamento psicológico sério"

Espero que esta tua definição não inclua somente pessoas trans, mas inclua também:
- pessoas obcecadas por academia
- pessoas que fazem cirurgias plásticas
- pessoas que utilizam excessivamente produtos de emagrecimento
- pessoas que utilizam de técnicas de maquiagem ou de embelezamento que mudam as cores e formato dos seus rostos que são parte do seu corpo
- pessoas que alisam os seus cabelos, ou que utilizam produtos químicos pra pintar
- pessoas que se tatuam, que mudam a estética do seu corpo
- pessoas que fazem bronzeamentos
- pessoas que fazem uso de aparelho dentário (mesmo que não diagnosticado nenhum problema na mordida) apenas por motivos estéticos.

e por ai vai.

TODO MUNDO faz mudanças no corpo ao longo da vida.
Porque só se questiona as mudanças das pessoas trans? mudanças de redesignação sexual e de harmonização.
Pessoas DIARIAMENTE utilizam medicamentos e fazem cirurgias apenas por motivos estéticos, pessoas que inclusive não possuem um dado de exclusão social; fazem tratamentos tão prejudiciais e ostensivos para o corpo e ninguém questiona. Ninguém questiona as mulheres que fazem cirurgia plástica ou tenta fechar as clínicas, ninguém questiona o uso de anabolizantes, ou o o uso de harmonização indevida por homens em academias, ninguém luta pra acabar com isto ou escreve textinho completamente enviesado em termos científicos em sites públicos.

A seletividade de vocês tem nome: TRANSFOBIA. continuar lendo

Excelente texto! Parabéns, enquanto psicóloga, ter a coragem de ir na contramão de seus colegas que hoje, através do CFP, passaram a ignorar completamente o bem estar psicossocial do ser humano, para se ocupar apenas de bandeiras ideológicas totalitárias e equivocadas.

A respeito do tema eu utilizo um exemplo que considero bastante pertinente. Se eu sair no meio da rua dizendo que sou Jesus serei tratado como um maluco doidivanas, que hoje em dia não é mais enviado a um manicômio, como já foi em outros tempos, mas no mínimo serei execrado, ridicularizado e tratado como maluco, como o Inri Cristo, por exemplo. Porém, se eu gritar ao quatro ventos que é uma mulher vive em mim, que eu nasci com o sexo errado e apenas sendo mulher para me realizar plenamente, acontece justamente isso que o texto explora. Terei apoio de todas as insanas áreas progressistas da sociedade a me apoiar no objetivo, quando na realidade, minha condição não é muito diferente da do Inri Cristo. continuar lendo

Sim amigo. Pois homens e mulheres são comprovadamente reais, e são estudados por todas as ciências sociais.

Já JESUS, nem tem como saber se é real, não é científico, e a própria existência dele é questionável.
O fato de vc utilizar "jesus" em comparação a gênero já mostra um despreparo enorme q uma falta de saber diferenciar as categorias de análise.

Deveria ser tido como louco por este comentário, sem pé nem cabeça, que compara inri cristo com pessoas trans, nada a ver. continuar lendo

Mas comparar alguém que faz musculação com alguém que faz mudança de sexo, a base de cirurgias e tratamento hormonal é totalmente de boas né Gustavo? continuar lendo